prattein

gr. = agir moralmente, talvez bom; Platão utiliza a palavra prattein para descrever a ação que conduz à felicidade. v. .

Cármides

Sobre a temperança (sophrosyne). Sócrates foi um bom educador e não um corruptor da juventude. Toma distância do ensinamento socrático impugnando o gnothi seauton e a redução da virtude à ciência. Tenta definir cientificamente a temperança, mas chega a uma conclusão negativa.


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Eutidemo

Contra as falácias dialéticas dos sofistas.

Resumo de Jean Brun
No Eutidemo, em que Sócrates denuncia também a vaidade do saber enciclopédico dos sofistas, é-nos dito que, mesmo que existisse uma ciência capaz de tornar imortal, de nada serviria se não soubéssemos usar essa imortalidade. Precisamos, então, de um saber que ao mesmo tempo produza e saiba usar aquilo que produz (289 b).

Protágoras

Trata da virtude em geral, e em especial se pode ser ensinada. Contra os sofistas. Se propõe assinalar a diferença entre o método socrático e a sofística.

Apologia de Sócrates

Escrita ao regressar Platão de sua viagem ao Egito. Reproduz a defesa de Sócrates diante de seus juízes. Não se ajusta rigorosamente às acusações apresentadas diante do tribunal, mas tem, certamente, valor histórico, pois na data de sua composição viviam todos ou grande parte dos que haviam presenciado o processo.

Teologia Platônica XVI

Este Livro XVI, segundo Raymond Marcel (1964), responde às seguintes questões: "Porque as almas estão encarceradas em corpos terrestres?"; "Porque, se elas são divinas, estão elas tão perturbadas e têm tanta dificuldade de deixar o corpo?"; "Qual era seu estado antes delas serem unidas ao corpo?".


Livro Décimo-Sexto: Solução das objeções dos epicuristas

Ch. I — Segunda questão: Porque as almas estão presas nos corpos terrestres? Primeira razão. Para poder conhecer os seres singulares

BQT 204c-206a: Os efeitos do amor

E eu lhe disse: — Muito bem, estrangeira! É belo o que dizes! Sendo porém tal a natureza do Amor, que proveito ele tem para os homens?

— Eis o que depois disso — respondeu-me — tentarei ensinar-te. Tal é de fato a sua natureza e tal a sua origem; e é do que é belo, como dizes. Ora, se alguém nos perguntasse: Em que é que é amor do que é belo o Amor, ó Sócrates e Diotima? ou mais claramente: Ama o amante o que é belo; que é que ele ama?

— Tê-lo consigo — respondi-lhe.