mneme

gr. mnéme (he): memória. É a faculdade de aprender (Aristóteles, Met., A, 1). Sinônimo: mnemosyne.

Hiparco

Wikipedia: Português; Inglês (mais completa)


Também conhecido como "O Homem ávido de ganhar", neste diálogo Sócrates e um interlocutor anônimo, que bem poderia ser um discípulo, buscam definir o que é o homem ávido, e sua discussão só é interrompida por uma apologia de Hiparco, filho cadete de Pisistrato, que foi tirano de Atenas no século VI. Quatro definições são propostas pelo interlocutor:

Fedro 274b-277a — A invenção da escrita. O mito de Tot

SÓCRATES: - Só resta, então, falar sobre o que convém e o que não convém escrever, e examinar quando essa arte é bem ou mal empregada. Está certo?

FEDRO: - Sim.

SÓCRATES: - Sabes tu como se pode ser mais agradável aos deuses [theo], em ações [prattein] ou em discursos [legein]?

FEDRO: - Não; e tu sabes?

SÓCRATES: - Tenho vontade de contar-te uma história transmitida pelos antigos; se ela é verdadeira ou não, só deus o sabe. Afinal, se nós pudéssemos conhecer a verdade [aletheia], haveríamos de nos preocupar com o que dizem os homens?

Cousin: Hipparque

Hipparque est un dialogue de Platon sur la mort. Il fait partie des dialogues platoniciens dits suspects (dont on croit que Platon n'est pas l'auteur). Ici, Socrate et un disciple cherchent à définir ce qu'est l'avidité.

Comme conclusion, Socrate et l'interlocuteur conviennent que tous les hommes sont avides, puisqu'aucun ne peut dire qu'il n'aime pas le gain.

PERSONNAGES : SOCRATE, UN ANONYME.

TEXTO: Hipparque

Rememoração das Ideias

En efecto, el hombre debe comprender lo general; es decir, elevarse de la multiplicidad de las sensaciones a la unidad racional. Esta facultad no es otra cosa que el recuerdo de lo que nuestra alma ha visto, cuando seguía al alma divina en sus evoluciones; cuando, echando una mirada desdeñosa sobre lo que nosotros llamamos seres, se elevaba a la contemplación del verdadero Ser. Por esta razón es justo que el pensamiento del filósofo tenga sólo alas, pensamiento que se liga siempre, cuando es posible, por el recuerdo, a las esencias a que Dios mismo debe su divinidad.

Fédon 73b-74d — A associação das ideias

Se isso não basta, Símias, interveio Sócrates, para convencer-te, vê se considerando a questão por outro prisma, chegarás a concordar conosco. Duvidas que seja apenas recordar o que denominamos aprender?

Não direi que duvide, respondeu Símias. O que eu quero é justamente isso sobre discutimos: recordar-me. Com a exposição de Cebete cheguei quase a relembrar-me e convencer-me. Não obstante, gostaria de saber como vais desenvolver o tema.

Filebo 38a-39c — Condições psicológicas do juízo

Sócrates – Com que calor, Protarco, tomas a defesa do prazer!

Protarco – Nada disso; apenas repito o que ouço por aí.

Sócrates – Não haverá, camarada, para nós diferença alguma entre o prazer associado à opinião verdadeira e o conhecimento, e o que, por vezes, vem de par com a mentira e a ignorância?

Protarco – Tudo indica que a diferença não é pequena.

XVIII – Sócrates – Então, passemos a considerar em que ponto eles diferem.

Protarco – Dirige a discussão como achares melhor.

Sócrates – Vou dirigi-la da seguinte maneira.

Jowett: HIPPARCHUS

HIPPARCHUS

Persons of the Dialogue : SOCRATES, A Friend.

[225a] Socrates : And what is love of gain ? What can it be, and who are the lovers of gain ?

Friend : In my opinion, they are those who think it worth while to make gain out of things of no worth.

Socrates : Is it your opinion that they know those things to be of no worth, or do not know ? For if they do not know, you mean that the lovers of gain are fools.