agathon

gr. agathón: o que é bom, o bem, um princípio supremo, summum bonum. Na filosofia grega, o Bem é o objetivo que se oferece à vida de todo homem. É ele a fonte da felicidade ( ), busca incessante da alma. Mas só o sábio pode atingir o Bem, pois só ele sabe usar convenientemente a razão.

Filebo

Philebus ou Filebo

Sobre o prazer e o bem. Filebo vive uma vida de extremo hedonismo, desprovida de razão e pensar, que não sustenta qualquer conversa sobre ela e não se submete à reflexão. Tanto que no meio do diálogo Filebo se cala.

Os princípios da ética (como viver melhor) se conectam com princípios de metafísica e lógica exercendo demandas lógicas sob um apelo ético.

Apologia de Sócrates

Escrita ao regressar Platão de sua viagem ao Egito. Reproduz a defesa de Sócrates diante de seus juízes. Não se ajusta rigorosamente às acusações apresentadas diante do tribunal, mas tem, certamente, valor histórico, pois na data de sua composição viviam todos ou grande parte dos que haviam presenciado o processo.

Thomas Taylor: Platão - O Bem

Submitted by mccastro on Sun, 09/12/2018 - 13:50

Though a survey of the idea itself of the good [agathon] may be of no service to the arts [techne], and for the common purposes of the merely animal life [zoe], yet we may say with Plato in the 7th book of his Republic, that “He who is not able by the exercise of his reasoning power [dianoia] to define the idea of the goody separating it from all other objects, and piercing, as in a battle, through every kind of argument; endeavouring to confute, not according to opinion [doxa], but according to essence [ousia], and proceeding through all the dialectical energie

Thomas Taylor: Aristóteles - O Bem

Submitted by mccastro on Sun, 09/12/2018 - 13:35

Again, it is evident that what Aristotle now says, does not by any means subvert the subsistence of the first good, and which is nothing else than the good. For that it is this which benefits all things; and that every thing by an analogous participation of it is said to be good, will not be doubted by any one endued with intellect. For what if one thing is more good, but another less; or if one thing is nearer to, but another more remote from it; or if one thing is good per se, i. e.

Thomas Taylor: Platão - o Uno

Submitted by mccastro on Sun, 09/12/2018 - 12:50

Plato, as we have before observed, denominated the one [hen], the ineffable, and the good [agathon], the common cause [aition] of all beings, and arranged it above all things; for he says that it is the cause of all things, but is no one of all things. On this account it is above being [onta], and is not being ; not as falling off from being, but as situated above all being. All secondary goods, therefore, are referred to it as the common good, and which is participated by all goods.

Thomas Taylor: Aristóteles critica a "ideia platônica"?

Submitted by mccastro on Sun, 09/12/2018 - 12:32

Nothing can show in a clearer point of view that Aristotle was not in reality hostile to the Platonic doctrine of ideas [eidos], than the objections which he adduces against the existence of good [agathon] considered as subsisting by itself, and the cause of all participated good. For the facility with which his objections may be answered, sufficiently proves what we have elsewhere observed, that his opposition to this doctrine of Plato is made by him with no other view than to guard it from being perverted by men of superficial understandings.

BQT 198a-212c: A palavra passa à Filosofia. Sócrates e Diotima

Depois que falou Agatão, continuou Aristodemo, todos os presentes aplaudiram, por ter o jovem falado à altura do seu talento e da dignidade do deus. Sócrates então olhou para Erixímaco e lhe disse: — Porventura, ó filho de Acúmeno, parece-te que não tem nada de temível o temor que de há muito sinto, e que não foi profético o que há pouco eu dizia, que Agatão falaria maravilhosamente, enquanto que eu me havia de embaraçar?

— Em parte — respondeu-lhe Erixímaco — parece-me profético o que disseste, que Agatão falaria bem; mas quanto a te embaraçares, não creio.

Apologia 38c-42a: Sócrates condenado à morte

Por não terdes querido esperar um pouco mais de tempo, atenienses, ireis obter, da parte dos que desejam lançar o opróbrio sobre a nosso cidade, a fama e a acusação de haverdes sido os assassinos de um sábio, de Sócrates. Porque, quem vos quiser desaprovar me chamará, sem dúvida, de sábio, embora eu não o seja. Pois bem, tivésseis esperado um pouco de tempo, a coisa seria resolvida por si: vós vedes, de fato, a minha idade. E digo isso não a vós todos, mas àqueles que me condenaram à morte.