thymos

gr. thymós: energia da vida ela mesma. Presença crua em nós senciente e emotiva; o poder massivo de nosso ser emocional. Acima de tudo é a energia da paixão, do apetite, da aspiração, do anseio. (Kingsley)

Hiparco

Wikipedia: Português; Inglês (mais completa)


Também conhecido como "O Homem ávido de ganhar", neste diálogo Sócrates e um interlocutor anônimo, que bem poderia ser um discípulo, buscam definir o que é o homem ávido, e sua discussão só é interrompida por uma apologia de Hiparco, filho cadete de Pisistrato, que foi tirano de Atenas no século VI. Quatro definições são propostas pelo interlocutor:

Mênon

Sobre se a virtude pode ser ensinada. Conclusão negativa, contrária à tese de Sócrates. Insuficiência da razão discursiva, que deve apoiar-se na experiência e completar-se com a intuição. Aparecem os primeiros elementos pitagóricos, a preexistência das almas e a reminiscência. Mas isto talvez atrase um pouco a redação deste diálogo, como com o do Górgias. Segundo alguns autores, marca a crise, o momento que Platão se dá conta que seus problemas transcendem os limites em que pensou e viveu Sócrates.

Górgias

Contraposição entre a retórica e a verdadeira sabedoria, entre o direito da justiça e o da força. Faz ressaltar a sobriedade da dialética contra os excessos da retórica. (Vale mais sofrer a injustiça que cometê-la. Contraste entre o prazer e a virtude. Hedonismo imoral de Polos e Calicles. Utilitarismo socrático. Aparece o mito sobre a imortalidade da alma. Tem uma finalidade prática e moral, apresentando a Retórica como uma arte da mentira, funesta para os indivíduos e o Estado.

Cousin: Hipparque

Hipparque est un dialogue de Platon sur la mort. Il fait partie des dialogues platoniciens dits suspects (dont on croit que Platon n'est pas l'auteur). Ici, Socrate et un disciple cherchent à définir ce qu'est l'avidité.

Comme conclusion, Socrate et l'interlocuteur conviennent que tous les hommes sont avides, puisqu'aucun ne peut dire qu'il n'aime pas le gain.

PERSONNAGES : SOCRATE, UN ANONYME.

TEXTO: Hipparque

Filebo 34c-36c — Desejo

Sócrates – A razão de eu haver exposto tudo isso é a seguinte.

Protarco – Qual será?

Sócrates – Para determinar a maneira mais clara e perfeita que for possível o que seja o prazer da alma sem o corpo e, ao mesmo tempo, o desejo. Penso que minha exposição esclareceu os dois conceitos.

XX – Protarco – Então, Sócrates, tratemos do que vem a seguir.

Sócrates – Ao que parece, precisaremos falar muito a respeito da origem e de todas as formas do prazer. Logo de saída, teremos de considerar o que é desejo e como se origina.

Menón (trad. em espanhol)

Utilizada a versão de librodot.com

1. Naturaleza del diálogo

Quizás en ningún otro diálogo como en el Mentón. logró Platón concentrar, en un espacio tan reducido, y sin quitar soltura ni vivacidad al contenido, una formulación tan lúcida como ajustada de algunas de las que serán sus principales tesis.

Górgias (resumo em espanhol)

La acción del diálogo se desarrolla así. A un lugar impreciso, que lo mismo pudiera ser un gimnasio o cualquier otro recinto, llega Sócrates acompañado de Querefonte, en el momento en que Gorgias ha terminado una de esas disertaciones a que tan aficionados eran los sofistas. Da principio el diálogo con una breve conversación entre Querefonte y Polo sobre el arte de Gorgias.

Jowett: HIPPARCHUS

HIPPARCHUS

Persons of the Dialogue : SOCRATES, A Friend.

[225a] Socrates : And what is love of gain ? What can it be, and who are the lovers of gain ?

Friend : In my opinion, they are those who think it worth while to make gain out of things of no worth.

Socrates : Is it your opinion that they know those things to be of no worth, or do not know ? For if they do not know, you mean that the lovers of gain are fools.