thymos

gr. thymós: energia da vida ela mesma. Presença crua em nós senciente e emotiva; o poder massivo de nosso ser emocional. Acima de tudo é a energia da paixão, do apetite, da aspiração, do anseio. (Kingsley)

Bouillet: Traité 39 (VI, 8) - DE LA LIBERTÉ ET DE LA VOLONTÉ DE L'UN

(I) Pour déterminer ce que sont en Dieu la liberté et la toute-puissance, il faut commencer par examiner en quoi consistent notre liberté et notre volonté.

On appelle volontaire ce que nous faisons sans contrainte, avec conscience de le faire; dépendant de nous, ce que nous sommes maîtres de faire ou de ne pas faire. Ces deux choses se trouvent le plus souvent réunies, quoiqu'elles diffèrent entre elles. Il est des cas où l'une des deux manque.

Bouillet: Traité 50 (III, 5) - DE L’AMOUR

(I) L’amour considéré comme passion de l’âme humaine est le désir de s’unir à un bel objet. On souhaite tantôt posséder la beauté pour elle-même, tantôt y joindre le plaisir de perpétuer l’espèce en produisant dans le monde sensible une image temporaire des essences éternelles du monde intelligible.

(II) L’amour considéré comme dieu est l’hypostase (l’acte substantiel) de Vénus Uranie, c’est-à-dire de l'Âme céleste. Il est et l’œil par lequel elle contemple Cronos (qui représente l’Intelligence divine), et la vision même qui en naît.

A psyche em Platão

14. A dívida de Platão à opinião órfico-pitagórica da alma é nitidamente acentuada nos primeiros diálogos. No Cármides 156d-157a estão presentes todos os motivos tradicionais deste «antigo relato» (palaios logos: Fédon 70c; ver Ménon 81a, Ep. VII, 335a): a psyche é uma unidade, imortal (athanathos), sujeita a um renascimento cíclico num corpo que é a fonte de todos os seus males. O fim da vida, e a definição de philosophia, é uma purificação (katharsis) que é uma preparação para a morte e o retorno da alma ao seu habitat natural.

Hiparco

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Também conhecido como "O Homem ávido de ganhar", neste diálogo Sócrates e um interlocutor anônimo, que bem poderia ser um discípulo, buscam definir o que é o homem ávido, e sua discussão só é interrompida por uma apologia de Hiparco, filho cadete de Pisistrato, que foi tirano de Atenas no século VI. Quatro definições são propostas pelo interlocutor: