praxis

gr. prâxis (he): ação. Latim: actio. Atividade imanente de um sujeito (oposta à ação transitiva, que se exerce sobre um objeto), v. = fazer; : agir (apenas no dialeto ático; nos outros: prássein). Substantivado: tò práttein: o agir.

Cármides

Sobre a temperança (sophrosyne). Sócrates foi um bom educador e não um corruptor da juventude. Toma distância do ensinamento socrático impugnando o gnothi seauton e a redução da virtude à ciência. Tenta definir cientificamente a temperança, mas chega a uma conclusão negativa.


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Eutidemo

Contra as falácias dialéticas dos sofistas.

Resumo de Jean Brun
No Eutidemo, em que Sócrates denuncia também a vaidade do saber enciclopédico dos sofistas, é-nos dito que, mesmo que existisse uma ciência capaz de tornar imortal, de nada serviria se não soubéssemos usar essa imortalidade. Precisamos, então, de um saber que ao mesmo tempo produza e saiba usar aquilo que produz (289 b).

Protágoras

Trata da virtude em geral, e em especial se pode ser ensinada. Contra os sofistas. Se propõe assinalar a diferença entre o método socrático e a sofística.

Apologia de Sócrates

Escrita ao regressar Platão de sua viagem ao Egito. Reproduz a defesa de Sócrates diante de seus juízes. Não se ajusta rigorosamente às acusações apresentadas diante do tribunal, mas tem, certamente, valor histórico, pois na data de sua composição viviam todos ou grande parte dos que haviam presenciado o processo.

REP I 352d-353e: A noção de obra própria

Voy a examinarlo repliqué. Pero dime: ¿el caballo tiene a lo parecer una operación propia?

Sí.

¿Considerarías como operación propia del caballo o de otro ser cualquiera aquella que sólo, o de mejor manera que por otros, pudiera hacerse por él?

No entiendo dijo.

Sea esto: ¿puedes ver con otra cosa que con los ojos?

No de cierto.

¿O acaso oír con algo distinto de los oídos?

De ningún modo.

¿No podríamos, pues, decir que ésas son operaciones propias de ellos?

Bien de cierto.

BQT 204c-206a: Os efeitos do amor

E eu lhe disse: — Muito bem, estrangeira! É belo o que dizes! Sendo porém tal a natureza do Amor, que proveito ele tem para os homens?

— Eis o que depois disso — respondeu-me — tentarei ensinar-te. Tal é de fato a sua natureza e tal a sua origem; e é do que é belo, como dizes. Ora, se alguém nos perguntasse: Em que é que é amor do que é belo o Amor, ó Sócrates e Diotima? ou mais claramente: Ama o amante o que é belo; que é que ele ama?

— Tê-lo consigo — respondi-lhe.