eudaimonia

gr. eudaimonía: felicidade. A felicidade é o objetivo da sabedoria. O sábio é então eudaímon: feliz. Os pitagóricos, sob a influência da religião órfica, somam ao saber a felicidade pessoal; depois, Sócrates condena a curiosidade objetiva para substituí-la pela preocupação com a interioridade. Os dois autores que estabelecem os grandes sistemas de filosofia, Platão e Aristóteles, são herdeiros das duas correntes e têm em mira a metafísica e a moral, juntas. [Gobry]

Epicuro: Felicidade e Prazer

Submitted by mccastro on Fri, 26/09/2014 - 10:32

Excertos de Epicuro, Carta a Meneceu, in Diógenes Laércio, Vida dos Filósofos Ilustres, trad. esp. de Felix Corso, vol. II, pp. 538-542.

Devemos estudar os meios de alcançar a felicidade, pois, quando a temos, possuímos tudo e, quando não a temos, fazemos tudo por alcançá-la.

Respeita, portanto, e aplica os princípios que continuadamente te inculquei, convencendo-te de que eles são os elementos necessários para bem viver.

Epicteto: Felicidade e Ataraxia

Submitted by mccastro on Fri, 26/09/2014 - 10:23

Excertos de Epicteto, Manual, trad. do grego de D. Frei António de Sousa, bispo de Viseu, ed. de 1785, pp. 1-151.

Não devemos ter medo nem da pobreza, nem do exílio, nem da prisão, nem da morte. Mas devemos ter medo do medo. Epicteto

Das coisas que há no mundo, umas estão em nossa mão e outras não. Em nossa mão estão a opinião, a suspeita, o apetite, o aborrecimento, o desejo e, numa palavra, todas as obras que são nossas.

Cármides

Sobre a temperança (sophrosyne). Sócrates foi um bom educador e não um corruptor da juventude. Toma distância do ensinamento socrático impugnando o gnothi seauton e a redução da virtude à ciência. Tenta definir cientificamente a temperança, mas chega a uma conclusão negativa.


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Eutidemo

Contra as falácias dialéticas dos sofistas.

Resumo de Jean Brun
No Eutidemo, em que Sócrates denuncia também a vaidade do saber enciclopédico dos sofistas, é-nos dito que, mesmo que existisse uma ciência capaz de tornar imortal, de nada serviria se não soubéssemos usar essa imortalidade. Precisamos, então, de um saber que ao mesmo tempo produza e saiba usar aquilo que produz (289 b).

Protágoras

Trata da virtude em geral, e em especial se pode ser ensinada. Contra os sofistas. Se propõe assinalar a diferença entre o método socrático e a sofística.

Laques

Laques

Sobre o valor militar, a coragem,. Não chega a nenhuma conclusão em seu intuito de definir a virtude da coragem. A questão tratada (armadura pesada) parece um pretexto para demonstrar praticamente o método dialético que se deve seguir em uma discussão.

Críton

Sobre os deveres cívicos. Sócrates, modelo de cidadão, renuncia salvar sua vida para permanecer fiel às leis de Atenas, às quais dá um sentido religioso, como expressão da vontade de Deus.


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Estrutura do Diálogo

Criton