ananke

anánkê: necessidade. anánke (he): necessidade. Latim: necessitas. Primitivamente: "decreto inexorável dos deuses" (Empédocles, fr. 125 e 126). Empregado depois em sentido filosófico (Platão, Aristóteles, Epicuro, estoicos). Aristóteles dedica uma nota à anánke em seu léxico filosófico, (Met., A, 5) na forma do qualificativo neutro anankaion: o necessário. E dá cinco sentidos: (1) Condição (synaítion / synaition). Ex.: alimento para o ser vivo, que não pode subsistir sem ele. (2) Coerção (bía / bia). (3) Impossibilidade de ser de outro modo: é a mãe das necessidades. (4) Necessidade lógica, extraída da demonstração; é apódeixis / . (5) Necessidade metafísica. Aristóteles diz: o simples (tò haploûn / to haploun).

Bouillet: Traité 16 (I, 9) - DU SUICIDE

Il ne faut pas séparer violemment l’âme du corps, mais attendre que les liens qui les unissent se rompent naturellement. Si par un acte illicite, on arrache l’âme du corps, elle conservera quelque chose du principe passif auquel elle était unie, et elle sera obligée de passer dans un nouveau corps.

D’ailleurs si le rang qu’on doit occuper là-haut dépend de l’état dans lequel on se trouve en quittant la terre, il ne faut pas sortir de la vie quand on peut encore faire des progrès.

Necessidade

À primeira vista, Plotino e Santo Tomás assumem posições contrastantes, no que tange à criação: a necessidade ressaltada por Plotino é negada na concepção cristã de criação. Para não incidirmos em erro, mister se faz retomar o sentido do termo necessidade (ananke) empregado pelo licopolitano. Três são os aspectos a serem considerados: primeiro, necessidade, em Plotino, significa coação externa. Ora, nada há, acima ou fora do Uno, que possa obrigá-lo a fazer algo ou impedi-lo de fazer. Em segundo lugar, a necessidade no Uno não se distingue da vontade; do contrário, ele não seria simples.

Cartas de Platão

WIKIPEDIA: Português; Inglês (mais completa)


PREAMBULO

1. Cuando se constituyó de una manera definitiva el Corpus platonicum, quedaron incluidas en él trece cartas, las únicas transmitidas por la tradición manuscrita. Hay otras cinco cartas atribuidas a Platón, si bien proceden de fuentes distintas. Estas cinco, empero, son consideradas abiertamente falsas por la mayoría de los editores.

Eutidemo

Contra as falácias dialéticas dos sofistas.

Resumo de Jean Brun
No Eutidemo, em que Sócrates denuncia também a vaidade do saber enciclopédico dos sofistas, é-nos dito que, mesmo que existisse uma ciência capaz de tornar imortal, de nada serviria se não soubéssemos usar essa imortalidade. Precisamos, então, de um saber que ao mesmo tempo produza e saiba usar aquilo que produz (289 b).

Tratado 16 (I, 9) - Sobre o suicí­dio razoável.

Plotin Traités 7-21. Dir. Trad. Luc Brisson e Jean-François Pradeau. GF-Flammarion, 2003.


Neste minúsculo tratado, Plotino se interroga sobre a legitimidade do suicídio. Se questiona principalmente se se pode lhe reconhecer, pelo menos em certos casos, a possibilidade de ser "razoável" (eulogos).
A seguir versões em inglês, francês e espanhol do tratado. Para uma apresentação mais detalhada do tratado, por parágrafo ou capítulo, com comentários visite Eneada-I-9.