República VIII

  • Parte III (L4. L8-10): A injustiça no Estado e no indivíduo
    • A) A corrupção do Estado ideal e suas formas
      • 1 A queda do Estado ideal
        • Relembrar os traços principais da constituição ideal (monárquica ou aristocrática segundo se tenha um ou mais filósofos na sua cabeça)

          Causas da corrupção

          • Tudo que vem a ser é corruptível

            Por decorrência de casamentos a contratempo organizados pelos chefes, não há mais "filósofos naturais"

          Relembras as quatro formas defeituosas

          Princípio da correspondência entre formas de constituição e tipos de homens

      • 2 A timocracia (governo da honra)
        • Conserva numerosos traços da constituição ideal mas prefere as naturezas soldadescas aos filósofos para estar na cabeça do Estado.

          Governantes e Guardiões, ávidos de riquezas, se apropriam dos bens dos artesãos e agricultores que se tornam seus servos

          O homem timocrático, governado pela ambição, a paixão da glória e das honras; capaz de apreciar a cultura, mas não de criá-la, duro para os escravos, doce com seus pares

      • 3 A oligarquia
        • O enriquecimento de uns e a inveja dos outros fazem passar da timocracia à oligarquia

          O poder vai então para os ricos e a cidade se divide em dois, ricos e pobres, sempre em luta

          O abismo entre ricos e pobres só faz se agravar

          • impotência crescente da minoria privilegiada
          • os pobres se tornam mais e mais perigosos para o Estado que deve tratá-los pela força

          O homem oligárquico é inteiramente dominado por seu desejo de se enriquecer, que não recalca a não ser pelo medo dos desejos nocivos

      • 4 A democracia
        • Os pobres se revoltam na primeira ocasião contra os ricos tão nulos
        • Daí a democracia, mosaico de todos os regimes possíveis
        • Regime de "liberdade" total, de bom prazer, ninguém está em comando ou em obediência
        • O homem democrático satisfaz todos seus desejos
          • distinção dos desejos necessários, reagrupando os desejos indispensáveis e úteis

            o homem democrático os satisfaz a todos, ao azar, sem discernimento, e faz sucessivamente um pouco de tudo