theos

gr. , theoi. Para Platão, primeiro, Deus é realmente bom; segundo, Deus é imutável. Enquanto Bom é causa das coisas boas. Enquanto imutável nem muda sua forma, nem quer que os homens creiam que pode mudar sua forma.

Taylor: athanaton

The Immortal = to athanaton. According to Plato, there are many orders of immortality, pervading from on high to the last of things; and the ultimate echo, as it were, of immortality, is seen in the perpetuity of the mundane wholes, which according to the doctrine of the Elean Guest in the Politicus, they participate from the Father of the universe. For both the being and the life of every body depend on another cause; but since body is not itself naturally adapted to connect, or adorn, or preserve itself.

Taylor: theion

THE Divine, to theion, is being subsisting in conjunction with The One. For all things except The One, viz. essence, life and intellect are considered by Plato as suspended from and secondary to the gods. For the gods do not subsist in, but prior to, these, which they also produce and connect, but are not characterized by these. In many places, however, Plato calls the participants, of the gods by the names of the gods. For not only the Athenian guest in the Laws, but also Socrates in the Phaedrus, calls a divine soul a god.

Fragmentos de Xenófanes

10. Já que todos, desde o princípio, aprenderam com Homero...

11. Homero e Hesíodo imputaram aos deuses tudo quanto entre os homens é indecoroso e censurável: roubos, adultérios e enganos recíprocos.

14. Mas creem os mortais que os deuses nasceram e que, tal como eles, têm figura, vestuário e voz.

Arist., Rhet., II, 23, 1399 b 5: «Tão ímpios são os que asseveram que os deuses nascem, quanto os que afirmam que eles morrem.»

Enéada III, 5, 8 — O jardim de Zeus: sequência da interpretação alegórica do Banquete

8- Pero, ¿quién es Zeus? ¿Y cuál es ese jardín, en el que, según nos dice (Platón), penetró Poros?1. Afrodita era, para nosotros, el alma, y Poros la razón de todas las cosas. Mas, ¿qué hemos de entender por Zeus y su jardín? Por Zeus no hemos de entender el alma, ya que el alma, en nuestra opinión, es Afrodita.

Enéada III, 5, 6 — A natureza dos demônios

6- ¿Qué debemos decir, pues, de Eros y de su nacimiento? Está claro que hay que considerar quién es Penia y quién es Poros, y cómo convienen a Eros estos progenitores. Porque, naturalmente, tendrán que convenir también a los demás demonios, si los demonios, como tales, han de poseer una sola y única naturaleza y esencia, y no tan sólo una comunidad de nombre. Consideremos, por tanto, cómo distinguimos los dioses de los demonios, no cuando afirmamos, como muchas veces hacemos, que dioses y demonios son lo mismo, sino cuando atribuimos a ambos un linaje diferente.

Enéada III, 5, 2 — O amor como deus

2- Trataremos ahora del amor calificado como un dios, no sólo por todos los demás hombres sino también por los teólogos y por Platón que, repetidamente, llama a Eros hijo de Afrodita1 y le hace guardián de los niños hermosos, como el dios que mueve sus almas hacia la belleza inteligible o que acrecienta la tendencia que ya les lleva allí. De esto precisamente deberemos hablar.

Eudoro de Sousa: Xenófanes e Pitágoras

Não nos move, nem de leve, o intuito de escrever uma história, ainda que parcelar, da filosofia grega. Mas, a fim de restabelecer o paralelismo (ou, talvez, a convergência) da codificação mítica e da codificação lógica do mistério do horizonte, que, vê-lo-emos em breve, Parmênides revelou o quanto pôde, há pelo menos dois nomes que não devem ser omitidos, se quisermos evitar o maior número de parênteses incômodos ou de veladas alusões: Xenófanes e Pitágoras.