dynamis

gr. : capacidade ativa e passiva, daí 1) potência e 2) potencialidade. Segundo Plotino, consiste a ser algo e poder se tornar outro.

Alma-Corpo

Segundo Brisson & Pradeau (2002 p.137), Aristóteles constata em De Anima I,1, 403a15, que a alma é inseparável do corpo. Adiciona, e é o argumento que Plotino fará valer como objeção, que a alma não pode ser "separada" do corpo senão na condição que se lhe reconheça operações ou afecções próprias. Plotino vais justamente demonstrar que todas as operações da alma lhe são específicas.

Ato-Potência e Princípios

Segundo Brisson & Pradeau (2002 p.135), Aristóteles já se questiona no livro B da Metafísica se os primeiros princípios são em ato ou em potência. Se fossem em potência, seria preciso supôr que ainda existe, antes deles, um princípio que seja em ato, e que precisamente os atualize (posto que uma potência não ser atualizada senão por um ato anterior, como Aristóteles explica na Metafísica Theta, 8).

Ato-Potência e Matéria

Con la teoría plotiniana de la materia guarda íntima relación la de las nociones de potencia y acto, que se discuten en el tratado quinto. Estos términos, como se sabe, habían merecido una atención especial en la Metafísica aristotélica; eran, para Aristóteles, términos meramente correlativos, que indicaban en un caso la aptitud para ser y en otro la actividad. La cuestión, referida y aplicada por Plotino a la materia, estriba para él en decidir de una vez sobre el absolutismo de la expresión “ser en potencia”. ¿Cómo podría decirse de la materia, se pregunta Plotino, que es algo en acto?

Faculdades da Alma em Plotino

Segundo Brisson & Pradeau, Plotino nem sempre adota a distinção platônica dos três poderes da alma, mas segue Aristóteles distinguindo quatro funções psíquicas (De Anima II,2): nutritiva, sensitiva, apetitiva (ou motriz) e intelectiva.

A faculdade sensitiva (aisthetikon, de aisthesis) se manifesta em todo o corpo e não se encontra ligada a nenhuma parte do corpo em particular. Mais precisamente, ela não é exclusivamente ligada aos órgãos dos sentidos.

Bouillet: Traité 39 (VI, 8) - DE LA LIBERTÉ ET DE LA VOLONTÉ DE L'UN

(I) Pour déterminer ce que sont en Dieu la liberté et la toute-puissance, il faut commencer par examiner en quoi consistent notre liberté et notre volonté.

On appelle volontaire ce que nous faisons sans contrainte, avec conscience de le faire; dépendant de nous, ce que nous sommes maîtres de faire ou de ne pas faire. Ces deux choses se trouvent le plus souvent réunies, quoiqu'elles diffèrent entre elles. Il est des cas où l'une des deux manque.