dyas

dyás: díade, par. Sentido aritmético: o número dois. Sentido metafísico: entre os pitagóricos, o ser segundo, criado pela Mónada, portanto imperfeito, e causa da matéria (Alexandre Poliístor, in D.L., VIII, 25; Aécio, VII, 18). Criticado por Aristóteles em Met., N, 1-4. Em Plotino, é a causa dos nú e das ideias, em associação com o Uno (V, IV, 2).

Dualismo platônico

Excertos de Rachel Gazolla de Andrade, PLATÃO: O COSMO, O HOMEM E A CIDADE

Já nas primeiras linhas do Timeu, Platão institui um dualismo de princípios (o ser que é sempre e o ser que devêm), ao mesmo tempo em que uma espécie de monismo parece emergir através da apresentação de uma relação Modelo-cópia que serve como ponto de partida ao artífice que molda, de modo belo e bom, o cosmo. Diz ele:

"...O mundo foi feito em conformidade com aquilo que é objeto de intelecção e de reflexão e idêntico" (29a).

O destino de Empédocles

Submitted by mccastro on Mon, 18/06/2012 - 10:57

Este personagem fabuloso impressionou a imaginação de Hölderlin e de Nietzsche, que quiseram fazer dele o tema de tragédias que nunca terminaram. Para Hölderlin, Empédocles é o herói romântico, devorado pelo desejo do infinito; para Nietzsche, é «o homem agonal» no qual se afrontam o século do mito e do orgiasmo e o do racionalismo1. Schopenhauer confessou-nos igualmente a sua dívida para com Empédocles.

Enéada III, 2, 17 — O mundo é múltiplo e contem contrários, bons e maus.

17- Si la razón es, en absoluto, tal como decimos, los seres que ella produce serán tanto más contrarios cuanto más separados se encuentren. Así, por ejemplo, el universo sensible contiene menos unidad que su razón, y es, por tanto, más múltiple, y, consiguientemente, más contrario en sus partes: el deseo de vivir y la tendencia a la unidad son mayores en cada uno de los seres. Con frecuencia, el amante que busca su propio bien destruye el ser amado, siempre que éste sea un ser perecedero; el mismo deseo de la parte por integrarse en el todo atrae hacia sí misma todo lo que puede.

Enéada III, 2, 16 — Se tudo está bem disposto, como poderia haver males?

16- Pero, si esto es así, ¿cómo existe todavía el mal? ¿Dónde se encuentran la injusticia y el error? ¿Cómo, si todo está bien, pueden realizarse actos injustos y cometerse errores? ¿Y por qué se dan seres desgraciados, si no han cometido faltas ni han sido injustos? ¿Cómo, en estas condiciones, diremos que hay unos hechos de acuerdo con la naturaleza y otros contrarios a ella, cuando todo lo que ocurre está conforme con la naturaleza? ¿Cómo se puede ser impío hacia el ser divino si lo hecho por él es tal como se dice?

Fedro

Phaedrus ou Fedro

Sobre o amor e a beleza. Belo compêndio de toda a filosofia platônica.

Segundo Luc Brisson, em sua a introdução à tradução anotada que fez do Fedro, os temas maiores desta obra são: "como falar, porque escrever?".

Jowett: Phaedo (102b-107d) — O Problema dos Contrários

This is your way of speaking ; and yet when you say that Simmias is greater than Socrates and less than Phaedo, do you not predicate of Simmias both greatness and smallness ?

Yes, I do.

But still you allow that Simmias does not really exceed Socrates, as the words may seem to imply, because he is Simmias, but by reason of the size which he has ; just as Simmias does not exceed Socrates because he is Simmias, any more than because Socrates is Socrates, but because he has smallness when compared with the greatness of Simmias ?

True.

Jowett: Phaedo (88b-102b) — Reflexões preparatórias a uma retomada do debate

All of us, as we afterwards remarked to one another, had an unpleasant feeling at hearing them say this. When we had been so firmly convinced before, now to have our faith shaken seemed to introduce a confusion and uncertainty, not only into the previous argument, but into any future one ; either we were not good judges, or there were no real grounds of belief.

MacKenna: Tractate 53,7 (I, 1, 7) — Constitution of the couple

7. The truth lies in the Consideration that the Couplement subsists by virtue of the Soul's presence.

This, however, is not to say that the Soul gives itself as it is in itself to form either the Couplement or the body.

No; from the organized body and something else, let us say a light, which the Soul gives forth from itself, it forms a distinct Principle, the Animate; and in this Principle are vested Sense-Perception and all the other experiences found to belong to the Animate.

But the "We"? How have We Sense-Perception?