Plutarco

de Queroneia (46 a 126 d.C.), foi um filósofo platônico, historiador e polímata, que legou várias obras, várias perdidas, mas que nos resta a Moralia (78 obras reunidas); de (séc. IV/V dC) é um neoplatônico que revivificou a filosofia platônica em Atenas, quando aí fundou sua escola neoplatônica, sendo professor de Siriano e de Proclo. [SCHÄFER]

A psyche em Aristóteles

20. Aristóteles segue esta teoria no De anima I, 406b-407b e põe-lhe objeções baseado numa série de razões, mas principalmente porque pensa que nela Platão reduziu a alma à extensão (megethos). Para a sua maneira de pensar a kinesis teria de ser movimento circular (ver noesis) de tal maneira que Platão, tal como Demócrito, pôs a alma a mover um corpo por estar ela própria em movimento, em vez de ver que a alma move as coisas por ser a causa final delas e por isso pode dizer-se que origina o movimento por meio do pensamento (noesis) ou da escolha (proairesis; ibid. I, 406b).

andreia

andreía (he): coragem. Latim: fortitudo.

Feminino substantivado do adjetivo andreios: masculino, viril, derivado de anér (gen. andrós): o homem masculino. Andreía é, em primeiro lugar, a coragem do guerreiro, bravura, valentia. Tornou-se depois virtude interior de força para o bem.

A maioria dos moralistas gregos pôs a coragem entre as principais virtudes, considerando que o bem não é fácil de fazer, exigindo da parte de um indivíduo de qualquer sexo esforço de aquisição e esforço de resistência ao mal. v. arete.

Fraile: Psicologia de Plutarco

Plutarco mantiene el dualismo platónico-pitagórico entre alma y cuerpo (soma-psyche), pero añade el Entendimiento (noûs), que es más elevado que el alma y más afín a la naturaleza divina (aristotelismo). El cuerpo puede compararse a la tierra, el alma a la luna y el entendimiento al sol. El alma es inmortal, y en la vida futura conocerá plenamente la verdad, y disfrutará de la compañía de sus amigos y parientes. Conocerá también a Dios, a quien en esta vida apenas podemos llegar a entrever.