Romantismo

Romantismo

Submitted by mccastro on Fri, 04/05/2012 - 17:49

Definir o romantismo é tarefa deveras difícil, havendo até quem diga ser ela impossível. Alguém chegou a calcular terem sido dadas mais de cento e cinquenta definições diferentes desse fenômeno. Mittner recorda que o próprio F. Schlegel, o fundador do círculo dos românticos, escreveu ao seu irmão que não poderia enviar-lhe a sua própria definição da palavra "romântico" porque tinha "125 folhas de extensão"!

François Hemsterhuis

Sur la lignée méditative qui conduit de Pascal au romantisme, l'un des jalons est François Hemsterhuis (1721-1790), le Platon hollandais, qui fut, par princesse Gallitzin interposée, l'inspirateur du cercle de Munster, l'un des points d'affleurement de la conscience religieuse du romantisme à ses débuts. La Lettre sur l'homme et ses rapports (1772) esquisse une conception de l'homme spirituel et de sa présence au monde.

Vieillard-Baron: O lugar de Platão na História da Filosofia segundo Hegel

Hegel presenta largamente a la filosofía griega, habiendo leído los fragmentos pre-socráticos con una atención inusual para la época. Su colega, y enemigo, de la universidad de Berlin, Schleiermacher, había reunido todos los fragmentos compilando los historiógrafos antiguos, pero no publicó este largo trabajo que sus sucesores Diels y Kranz utilizaron y publicaron en una edición de referencia.

Vieillard-Baron: Hegel e Platão

El interés de estudiar las lecciones de Hegel sobre Platón no está solamente ligado al valor intrínseco de estas dos filosofías. Al comprender cómo Hegel lee e interpreta a Platón, podemos comprender lo que es una lectura filosófica, cómo se constituye la filosofía hegeliana y en particular la concepción hegeliana de la dialéctica. Las lecciones de Hegel sobre Platón ponen en juego toda la dimensión hermenéutica de la filosofía contemporánea, así como el alcance de la metafísica hegeliana.

Jean-Louis Vieillard-Baron

Professor na Universidade de Tours, na França, e grande especialista do "idealismo alemão", autor em particular de Platão e o idealismo alemão (1770-1830), o filósofo escreveu algumas obras capitais para se compreender a presença do platonismo no pensamento dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX.

A partir de seus estudos vamos apresentar excertos e referências ao que se pode recorrer para este estudo.