Proclo

(c. 412-48c dC) Aluno de Siriano e de Plutarco de , depois da morte de Siriano foi por quase meio século diretor da escola platônica em Atenas. Tudo que escreveu nos resta incompleto. Autor de inú comentários aos escritos platônicos, assim como aristotélicos e plotinianos. [SCHÄFER]

Taylor: athanaton

The Immortal = to athanaton. According to Plato, there are many orders of immortality, pervading from on high to the last of things; and the ultimate echo, as it were, of immortality, is seen in the perpetuity of the mundane wholes, which according to the doctrine of the Elean Guest in the Politicus, they participate from the Father of the universe. For both the being and the life of every body depend on another cause; but since body is not itself naturally adapted to connect, or adorn, or preserve itself.

Taylor: genesis

GENERATION, genesis. An essence composite and multiform, and conjoined with time. This is the proper signification of the word; but it is used symbolically by Plato, and also by theologists more ancient than Plato, for the sake of indication. For as Proclus beautifully observes (in MS. Comment, in Parmenidem.), "Fables call the ineffable unfolding into light through causes, generation." "Hence," he adds, "in the Orphic writings, the first cause is denominated time; for where there is generation, according to its proper signification, there also there is time."

Doxa-Logos

No médio-platonismo, doxa foi requerida como suplementar à percepção dos sentidos, mas Proclo vai além e faz doxa e logos penetra a percepção. Em seu comentário ao Timeu (1 251, 16-17) doxa é percepção racionalizada (logike).

Filopono concede que um cão reconheça seu mestre sem percebê-lo como uma substância, que iriam requerer doxa, de acordo com Proclo. Ao contrário, o cão requer somente impressões em sua imaginação, e Filopono reconhece a importância de um apego emocional em reconhecimento.

agnostos

ágnôstos: desconhecido, não cognoscível

1. Devido à transcendência de Deus surgem alguns problemas acerca da possibilidade de este ser um objeto de conhecimento. Um agnosticismo simples é defendido por Protágoras (Diels, frg. 80B 4) onde a questão se subdivide em duas: a de saber se os deuses existem e a de qual é a sua natureza; o problema da agnosia trata, mais propriamente, do último aspecto (sobre a questão da sua existência, cf. theos).