Armstrong

Arthur Hilary Armstrong (1909-1997) foi um educador inglês e autor. É reconhecido como uma das maiores autoridades nos ensinamentos de Plotino. Obras citadas: Plotinus. London: George Allen & Unwin, 1953; (trans.) Plotinus Enneads (6 volumes). Cambridge: Harvard University Press, 2004.

Armstrong: O Todo

VI. 5- 12
(Armstrong Selection and Translation)

[The All, Real Being, or Noûs, is infinite, not spatially, but because it is entirely without quantity, pure spirit. We, in our higher selves, are truly that All, but we do not understand it and so effectively become it till we radically simplify ourselves and turn away from all considerations of space and quantity and from our lower selves and their concerns in the material world.]

anabasis

anabasis = ascensão; analepsis = ascensão de Cristo

No final do século XII aparece o termo latino ascensio (de ascendere), enquanto ação de subir. Refere-se ao ensinamento cristão da subida ao céu, junto ao Pai, de Jesus crucificado, morto e ressuscitado.

Enéadas

Após a morte de Plotino, seu discípulo Porfírio ficou encarregado pelo próprio de organizar e publicar sua obra. Este trabalho, que Porfírio relata em sua biografia (Vida de Plotino - Vita Plotinis - veja tradução de Guthrie), que encabeça a obra, obedece, segundo Dominic O'Meara, a orientação da teoria literária antiga, que determina que se deve começar a apresentação de um pensador pela descrição de sua raça, seus pais e seu país natal.

Armstrong: Plotino — Cosmo e Movimentos

3. La filosofía de Plotino nos presenta una magna estructura jerárquicamente ordenada de la realidad espiritual, un cosmos que, aunque estático y eterno, no es un modelo mecánico y muerto, sino viviente y orgánico. En este cosmos hay dos movimientos, uno de ida o descenso, la creatividad automática de lo superior que genera lo inferior como una acción refleja necesaria de su propia contemplación. Es el movimiento cósmico propiamente dicho, por el cual llegan eternamente a la existencia los diversos grados de la realidad.

Liberdade

VI. 8. 15
(Armstrong Selection and Translation)

[We know that the One is altogether outside the realm of chance because we are aware of something in ourselves which transcends chance by the power of Its light; and when we attain to that and become it and put away all else we are more than free, more than masters of ourselves.]

Mau

III. 2. 17
(Armstrong Selection and Translation from the Enneads)

[The imperfect unity of the visible world means that there must necessarily be a place in it for moral evil. But this does not excuse the wicked, for they are souls who exist before they came into this world, and they bring their own characters and dispositions to the play of life. The Logos only allots them appropriate parts.]

Harmonia

III. 2. 2
(Armstrong Selection and Translation from the Enneads)

[From the unity of Noûs proceeds the conflicting diversity of the visible universe, in which the principle of unity manifests itself by bringing about a harmony of contending opposites.]