República VI

2 As razões da má reputação dos filósofos (VI, [[Rep6:488a]]-[[Rep6:497a]])

  • Os verdadeiros filósofos não são inúteis; é o Estado que não os utiliza

    A maior parte dos filósofos naturais são pervertidos pelo meio e sua educação, pela opinião da multidão enganada pelos "sofistas" que usurpam o nome de "filósofos"

    É impossível que o povo seja filósofo e necessário, nos Estados existentes, que ele critique as naturezas filosóficas até perverte-las. Nenhuma Estado é adaptado à filosofia, nenhuma filosofia é adaptada à vida política

3 No entanto, o governo dos filósofos não é impossível (VI, [[Rep6:487a]] - [[Rep6:502c]])

  • A multidão pode ser conciliada com o governo dos filósofos se se pode faze-la ver o que o amor da sabedoria significa e que somente ele é capaz de tornar feliz um Estado